Os Africanos Chaná e Makolwa chegam ao l Encontro Nacional da Rede Mocambos
Depois de muitas dificuldades os africanos Chaná e Makolwa já estão tocando seus tambores por aqui...
Os africanos Chaná, de 25 anos e o Makolwa, de 39, são artistas plásticos do Núcleo de Artes de Matola, bairro que fica a 20 minutos do centro da cidade de Maputo, capital de Moçambique. Os dois chegaram ontem à noite! Depois de longa viagem, da África para o Brasil.
Chaná e Makolwa esperam do Encontro muita troca de experiência. Eles falam português. São parceiros da Rede de terras muito longe daqui. Makolwa
Vincenzo Tozzi, mocambola articulador da Rede, conheceu os dois em ida à Moçambique. Foi quando trouxe de lá as sementes de Baobá, árvore africana que pode ter até 25m de largura que agora estão na Casa de Cultura Tainã. A idéia é colocar um Baobá em cada ponto da Rede, simbolizando a permanêcia das nossas raízes africanas, a ancestralidade da nossa cultura.
A Rota dos Baobás começa com Chaná e Makolwa, para nós que estamos aqui e outros tantos que estão chegando, acompanhando e que ainda virão fazer parte da Rede Mocambos. Nunca é tarde para buscarmos as nossas raízes, para fazermos um mundo mais do nosso jeito
Makolwa me contou que o Núcleo existe desde 1962. E que a independência de Moçambique é de 1975. Quer saber mais? Pergunta para eles, vamos nos conhecer!
Chaná




